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A Força do Querer: Rubinho cada vez mais envolvido com o violação – Novelas

Em entrevista, Emilio Dantas comenta o trabalho na romance.

Foto: Estevam Avellar/Globo

A primeira sentimento sobre Rubinho (Emilio Dantas) ao conhecê-lo é que ele é um rapaz gente boa, enamorado pela esposa, Bibi (Juliana Paes), e pelo rebento, Dedé (João Indómito). É um óptimo professor, quase se formou em Química e guerra para conseguir sustentar a família. Bibi e a mãe dela, Aurora (Elizangela), acreditam que ele é devotado ao serviço e que está conseguindo se ressaltar ganhando mais.

Mas nos próximos capítulos da edição próprio de ‘A Força do Querer’ vai permanecer evidente que o verba que Rubinho está ganhando, cada vez mais rápido, não tem zero a ver com o restaurante ou com a corretagem que ele diz estar fazendo com clientes do restaurante.

Ele afirma para a família que vai fazer uma viagem a trabalho para saber um terreno. Mas ele está indo com o sócio buscar drogas. Só que Jeiza (Paolla Oliveira) consegue interceptar ligações e chegar até o paradeiro da quadrilha. Em uma blitz, a policial e seus companheiros param o caminhão que leva a trouxa.

Rubinho despista os policiais e mente ao expressar que estava no ônibus e não no coche que seguia com o caminhão de drogas. Mesmo assim, Jeiza o leva para a delegacia para averiguações. Bibi corre para acudir o marido. Apesar de Rubinho ser liberado, a major tem certeza que ele está envolvido na história. Já Bibi encrenca com a policial para proteger o marido, acreditando que ele é puro.

‘A Força do Querer’ é uma romance de Gloria Perez, com direção artística de Rogério Gomes, direção universal de Pedro Vasconcelos e direção de Davi Lacerda, Luciana Oliveira, Claudio Boeckel, Roberta Richard e Fábio Strazzer.

ENTREVISTA COM EMILIO DANTAS

Foto: Divulgação/Globo

O que sentiu quando soube que A Força do Querer seria exibida novamente?

Fiquei muito feliz! É um trabalho que tenho muito orgulho de ter feito. Acho que a romance tem arcos de extrema relevância para serem debatidos hoje, porquê a história da Ivana, por exemplo, a do Nonato… E alguns maus exemplos também, porquê o do próprio Rubinho. Mas acho que é uma romance que, apesar de não ser tão antiga, cabe a gente voltar nos assuntos.

Uma vez que você descreveria o Rubinho?

Rubinho foi um face muito cobiçoso e que se perdeu na sua própria desejo. Um face que tinha pouco e esse pouco foi construído com esforço e paixão, mas não era o suficiente para ele. Logo, ele vai detrás desse sonho, dessa riqueza que ele mesmo desconhece. Não à toa tem um término trágico.

Que cena você tem vontade de rever?

Todas as cenas marcantes que mudaram o jogo, todas as prisões, a sarau do Dedé que, apesar de triste, quero rever. Tem muita coisa bacana.

É muito autocrítico ao rever trabalhos antigos?

Eu tenho muita autocritica sim, mas nunca fiquei revendo os trabalhos com essa dimensão. Nunca tive um “Vale a pena ver de novo” ou um tanto do tipo. É a primeira vez que vivo essa experiência.

Você foi um dos personagens mais importantes da trama. Uma vez que foi a repercussão à quadra? Acha que agora será dissemelhante?

A repercussão ficava com a Bibi, o Rubinho era a escada. Ele dava o fulgor pra Bibi fazer o jogo dela suceder. O jogo dela que era do movimento. Também essa picuinha com o Sabiá. Acho que foi uma repercussão muito louca. As pessoas gostavam desse bandido. Acho que agora vai ser um pouco dissemelhante, acho que as consciências mudaram, apesar do pouco tempo, mas mudaram um pouco. Logo, vamos ver… Eu já não simpatizo tanto com o Rubinho, por exemplo.

Uma vez que foi a parceria com Juliana Paes?

Foi incrível! Desde o início sabia que a história a ser contada era a história dela (Bibi) e ela sempre foi muito enérgica, da troca, com muitas ideias sempre e respeitando a opinião dos amigos e dos colegas. A gente sempre teve um jogo bacana. Acho que foi fundamental a parceria com ela e com o Jonathan.

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