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Análise: Em classificação tranquila do Flamengo, barração de Hugo joga os holofotes para a instabilidade no gol

A classificação do Flamengo para a decisão do Carioca veio como esperado. Diante do Volta Redonda, os rubro-negros confirmaram a vaga com um placar ainda mais convincente do que o da primeira semifinal: 4 a 1. A grande novidade ficou por conta da opção de Rogério Ceni em barrar Hugo Souza e dar uma chance a Gabriel Batista.

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A mudança pode aumentar ainda mais a instabilidade vivida na posição. Com Diego Alves fora mais uma vez por razões médicas, Hugo voltou a se mostrar inseguro na última partida. Ao invés de usar a semifinal do Carioca para lhe dar confiança, Ceni parece ter desistido dele. Isso a três dias do jogo contra o Unión La Calera, em Santiago, no Chile, que pode definir a vaga para as oitavas da Libertadores.

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E não dá para dizer que Gabriel Batista foi testado. O Volta Redonda facilitou demais a vida do Flamengo. Com sua meta pouco atacada e sem chances de defesa no pênalti, ele só pôde mostrar que joga mais à vontade com a bola nos pés do que seu concorrente de posição.

O jogo

Com a necessidade de reverter os 3 a 0 do primeiro jogo, a equipe do Sul do Estado teve uma postura muito ofensiva – o que não seria um problema tivesse jogadores tão qualificados quanto o time rubro-negro. Só que não era este o caso. Foi o cenário perfeito para o esquema de Rogério Ceni.

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A cada vez que desarmava o adversário, o Flamengo tinha opções de sobra para atacar com velocidade e aproveitar as brechas na marcação. Matheuzinho, Michael, Vitinho e Gabigol comandaram as investidas do time. E os gols saíram no atacado. Só no primeiro tempo, foram três (dois de Gabigol e um de Michael. Na etapa final, mais um, com Vitinho. João Carlos fez o de honra.

Quem não se beneficiou tanto com o desenho do jogo foi Pedro. Por não ser tão veloz quanto os outros, nem sempre conseguiu estar na frente para finalizar. Ainda assim, apareceu com a assistência para o primeiro gol de Gabigol. Mas, quando teve a oportunidade, pecou na finalização. Acertou uma bola no travessão e ainda chutou para fora diante do gol. Um adversário tão exposto seria a oportunidade perfeita para ele se aproximar de Alef Manga na artilharia do Carioca (tem seis contra nove). Mas não foi possível. Ficou para as finais.


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