Lutas

Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeiras do Brasil em Tóquio

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) confirmou na noite desta sexta-feira quem serão os porta-bandeiras do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. No dia 23 de julho, a bandeira brasileira vai entrar no Estádio Olímpico de Tóquio nas mãos da judoca Ketleyn Quadros e do jogador de vôlei Bruninho.

Será a primeira vez que uma dupla carregará a bandeira do país em uma cerimônia de abertura das Olimpíadas. Medalha de Bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, Ketleyn foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica em provas individuais. De volta ao torneio depois de 13 anos, a judoca de 33 anos será terceira mulher a carregar o pavilhão verde-amarelo.

“Eu fico me emocionando o tempo inteiro. As conquistas são consequências de quem acredita, de quem constrói apesar das adversidades, de muita dedicação, de muito treinamento, do trabalho de muitas pessoas. Eu olho pra minha carreira e vejo que não ter participado dos últimos dois Jogos Olímpicos me ajudou a crescer, a evoluir e a estar aqui. Sou muito grata e me sinto privilegiada por representar cada um dos brasileiros sendo porta-bandeira”, destacou Ketleyn, dona de 33 medalhas em eventos do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô.

Já o levantador Bruninho faturou medalhas em todas as Olimpíadas que disputou: Prata em Pequim e Londres e Ouro no Rio de Janeiro. Em 2016, foi o capitão da equipe na vitoriosa campanha, corada com uma vitória sobre a Itália na final por 3 sets a 0, no Maracãnazinho. Aos 35 anos, será o primeiro jogador de vôlei a ser porta-bandeira.

“Sou um mero representante do que o vôlei significa não só pro esporte, como para o povo brasileiro. Os valores que gerações anteriores deixaram de dedicação, de luta, de garra, de superação é o que levo e me sinto muito honrado. Ser o primeiro é motivo de muito orgulho e fruto desse legado. Sintam-se todos representados. Depois que soube, contei apenas para algumas pessoas muito próximas, entre eles meu pai, uma pessoa que sempre guiou, que foi muito importante na minha carreira, primeiro como jogador fazendo parte de uma geração pioneira, depois como técnico da geração mais vitoriosa história, que culminou com o ouro olímpico da superação. Representar a todos no maior momento do esporte mundial, eu não sei nem o que dizer, só na hora que vamos sentir na pele essa emoção e será um momento muito marcante”, disse.




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Bruninho e a seleção brasileira de vôlei estreiam nos Jogos Olímpicos de Tóquio no dia 24 de julho, na Ariake Arena, contra a Tunísia. Três dias depois, Ketleyn Quadros competirá no Nippon Budokan.

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