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Caio Blinder resmunga chamando de “milícias digitais” a caçoada da internet por ter retuitado perfil fake de Filipe Martins

O jornalismo profissional brasileiro talvez seja o setor da sociedade onde se encontram aqueles com menos QI. Próximos, apenas flanelinhas de porta de estádio e batedores de celular.

Sem credibilidade nenhuma, apelam para cacoetes de classe que servem apenas para manter o arzinho de superioridade, enquanto amargam uma das posições mais ridículas na escala de confiança da população.

Apenas bitolados almofadinhas, que cresceram à mesa do café da manhã com o papai imerso no jornal sem lhes dar a menor atenção, ainda confiam no que se escreve num periódico.

O quase esquecido Caio Blinder, que viveu seu auge sendo sparring do saudoso Paulo Francis (Francis merecia um queixo melhor pra esmurrar), correu feito uma lebre para dizer que Filipe Martins estava fazendo ameaças ao escrever “chegou a hora”. 

Caioblinder

O que Blinder, lépido feito um gnu, esqueceu de averiguar foi o próprio perfil do assessor de Bolsonaro. Blinder retuitou um fake. Depois de perceber aquilo que muito sutilmente costuma-se chamar de cagada monumental, Blinder apagou o tuíte e saiu disparando: 

“Incrível a rapidez das milícias digitais para tirar um sarro da minha cara, pois caí no conto do perfil falso. Acontece.”

Acontece mesmo, Caio. Mas escancara a pressa de jornalistas profissionais (a verdadeira milícia) em criar uma crise artificial contra qualquer A do governo.

A gente se diverte com adversários tão estabanados.

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