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Conheça os principais movimentos da Terreno e suas características

E se alguém lhe disser que, neste momento, você está viajando em uma velocidade muito supra da velocidade do som? Você pode pensar que essa pessoa está louca, visto que você está parado em terreno firme, e não em um foguete. No entanto, a certeza está correta. A todo momento, estamos a uma velocidade de tapume de 1674 km/h graças a um dos movimentos que a Terreno faz: a rotação.

1. Rotação: o movimento que a Terreno faz em volta de si mesma

Por definição, a rotação é o movimento que a Terreno faz em torno de seu eixo imaginário. Sim, imagine que existe um eixo que cruza o nosso planeta de Setentrião a Sul e que nosso planeta gira em torno desse eixo, porquê um pitorra. Um dia é o tempo que a Terreno leva para dar uma volta completa (de 360º) em torno de seu próprio eixo. O sentido da rotação é anti-horário.

Cada período de rotação dura quase 24 horas, e é esse movimento o responsável pelo ciclo dia e noite. O período do dia em que há incidência de raios solares sobre a Terreno é o dia. O outro período, quando não há incidência de raios solares, é a noite.

2. Trasladação: o movimento que a Terreno faz em torno do Sol

Òrbita redor do Sol

Trasladação é o nome que se dá ao movimento da Terreno em torno do Sol. Tal porquê a rotação, esse movimento se dá em sentido anti-horário. Uma volta completa dura 365 dias, 6 horas e 9 minutos. Ou seja, quase um ano. A trasladação é responsável pelas estações do ano.

O que a trasladação tem a ver com os anos bissextos?

Repare que a volta completa da Terreno em torno do Sol dura um pouco mais de 365 dias. Mais especificamente, 365 dias e 6 horas. Uma vez que sabemos que um ano tem 365 dias, surge a questão: o que fazer com essas 6 horas excedentes? A cada 6 anos, a termo de ajustar nosso calendário, incluímos um dia extra: o 29 de fevereiro que temos a cada ano bissexto.

Periélio e afélio: a forma elíptica da Terreno

Assim porquê os outros planetas do nosso sistema, a Terreno não gira em torno do Sol em um círculo perfeito. Esse fenômeno é explicado pela Primeira Lei de Kepler, que afirma que a trajectória de um planeta ao volta do Sol ocorre em forma elíptica.

No ponto mais próximo ao Sol, chamado de periélio, a Terreno fica a 147.095.000 km do Sol. Isso ocorre por volta do dia 3 de janeiro. Já no afélio, o ponto mais distante, são 152.100.000 km de intervalo em relação ao Sol. O afélio ocorre por volta do dia 4 de julho.

Essa mudança na intervalo faz com que a velocidade orbital da Terreno aumente quando ela está mais próxima do Sol. Sua velocidade média é de tapume de 29,8 km/s, mas ela varia 1 km/s durante o curso do ano – entre 30,29 km/s e 29,29 km/s.

3. Precessão (Movimento Precessional)

Precessao

Oriente movimento é muito semelhante ao de um pitorra, onde além de sua rotação em torno de seu próprio eixo, o eixo do topo também tem uma rotação em torno do eixo vertical. Isso é chamado de movimento precessional ou oscilante do topo.

A mesma regra se aplica à Terreno. A Terreno não é precisamente uma esfera e devido à sua rotação e ao roupa de não ser completamente rígida, sua forma tornou-se um esferoide, em vez de uma esfera completa. De roupa, o diâmetro equatorial da Terreno é 42 quilômetros maior que o diâmetro polar.

A influência do Sol, da Lua e das marés sobre a protuberância equatorial da Terreno, além de seu eixo de rotação propenso, justificação um movimento periódico do eixo da Terreno, e sua volta se completa a cada 25.770 anos.

Oriente movimento não altera as estações do ano, mas faz com que as estrelas visíveis no firmamento mudem em diferentes épocas no ano.

4. Nutação

Lua e Terra

À medida que a Terreno orbita o Sol, a rotação da Lua ao volta de seu núcleo de volume justificação pequenas oscilações em seu caminho, por justificação de sua força gravitacional. Essa oscilação ocorre em um ciclo de 18,6 anos.

Esse movimento também é visível dentro do nosso sistema solar por meio de instrumentos sensíveis, mas não muito perceptível a partir da superfície da Terreno.

5. Deslocamento do periélio

Orbita dos planetas

Pequenas oscilações na posição orbital da Terreno ocorrem à medida que a Terreno gira em torno do Sol. Uma vez que já dissemos supra, o ponto da trajectória em que a Terreno mais se aproxima do Sol chama-se periélio. O ponto mais distante chama-se afélio. O deslocamento do periélio ocorre por justificação da atração gravitacional combinada de outros planetas, que varia com o tempo.

O que os movimentos da Terreno têm a ver com as estações do ano?

As quatro estações do ano são consequência do movimento de trasladação e da inclinação do eixo de rotação da Terreno. O eixo de rotação da Terreno não constitui um ângulo de 90º. Na verdade, há uma inclinação de aproximadamente 23º do eixo de rotação em relação à trajectória da Terreno, porquê se pode ver na imagem inferior:

Eixo de rotação e inclinação da Terra
Veja na imagem o eixo de inclinação da Terreno, responsável direto pelas estações do ano.

À medida que a Terreno faz o seu caminho anual em torno do Sol, altera-se a incidência de luz sobre a Terreno. Uma hora, a incidência se dá mais sobre o hemisfério Sul. Outra hora, sobre o hemisfério Setentrião. No verão do hemisfério Sul (onde está o Brasil), a Terreno está inclinada de tal modo que o hemisfério Sul recebe mais sol.

Mas a Terreno prossegue sua jornada e, meses depois, será a vez do hemisfério Setentrião receber mais luz solar. Não fosse a inclinação do eixo de rotação da Terreno, não haveria estações do ano.

Por que a Terreno e os outros planetas giram?

Esse movimento dos planetas tem a ver com a formação do nosso sistema planetar. Há 4,6 bilhões de anos, o Sistema Solar teve seu início porquê uma vasta nuvem de poeira e gás. A nuvem começou a desmoronar, achatando-se em um disco gigante que girava cada vez mais rápido. O Sol se formou no núcleo, e o gás e poeira girando ao volta começaram a se unir produzindo os planetas, luas, asteroides e cometas.

A razão pela qual tantos objetos orbitam o Sol quase no mesmo projecto elíptico e na mesma direção é que todos eles se formaram a partir desse mesmo disco.

Enquanto os planetas estavam se formando, havia muito caos em nosso sistema solar. Aglomerados de material de todos os tamanhos muitas vezes colidiam, ou se agrupavam. Às vezes, a sisudez de objetos grandes capturava objetos menores em trajectória, sendo o modo porquê alguns planetas adquiriram suas luas.

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