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Conselheira de Biden diz que é preciso “reduzir Republicanos até as cinzas para não haver sobreviventes”

Trinta anos depois do fim oficial da máquina soviética que arrastou em sua cauda mais de setenta milhões de mortos e a idéia de que um lado deve ser totalmente exterminado vem novamente à tona. Agora no país mais livre do mundo, supostamente.

Sempre comentada nos bastidores, como um segredo que todos conhecem, mas raramente dita de forma direta por seus representantes oficiais, a redução dos adversários políticos a pó começa a tomar corpo em discussões abertas. 

Foi o que a analista política do Washington Post e conselheira de Joe Biden, Jennifer Rubin – uma espécie de Vera Magalhães com selo exportação -, deu a entender num programa da MSNBC, em 2019, ao dizer que “não é apenas Trump que tem que perder, mas todos os seus facilitadores. Precisamos coletivamente, em essência, queimar o Partido Republicano”. 

Na última sexta-feira, Jennifer, a Miriam Leitão made in Taiwan, tuitou que qualquer republicano que apoiasse as alegações do presidente Trump sobre fraude eleitoral deveria ser rejeitado pela sociedade “educada”.

A nossa moral e a moral deles, diria Trotsky. Em nome da bondade futura e do paraíso na terra, é necessário que os desvios sejam contidos de imediato. Apoiar Trump, a despeito de todas as suas imperfeições ou erros políticos significa, aos olhos revolucionários, uma desorientação moral que pode e deve ser punida. 

A mídia mundial, ao tratar Trump e Bolsonaro como párias e anti-democráticos, está firmando o terreno para que, no futuro, qualquer apoiador de ambos seja tratado da mesma forma e possa ser inviabilizado politicamente e até fisicamente. É uma preparação para o extermínio de milhões de pessoas que não aceitam a tutela midiática.

Ao censurar os tuítes do atual presidente americano contestando legitimamente, após inúmeras evidências de fraude, o resultado das eleições e permitir falas criminosas como a da jornalista militante de extrema esquerda, as redes sociais (Twitter, Facebook, Instagram) deixam o seguinte recado: só um lado tem direito a total liberdade de expressão. 

Proibindo as reportagens que denunciam o esquema da família Biden com a Ucrânia e permitindo que a hashtag “facada mal dada do car**lho” permaneça no seu trend topics, o Twitter reforça a narrativa de que, para obter seus fins, impedir um lado de se manifestar é legítimo. Já vimos isso acontecer e os resultados são uma vergonha para toda a sociedade humana.

Todo o saber que não vasculha na realidade suas premissas está condenado a deduzi-las pela ideologia e, com isso, apaga as tonalidades que tornam nossa existência tão complexa. Uma relação com a realidade perturbada dessa forma tende a se tornar mais violenta à medida que os seus impulsos são freados pela “moral tradicional”. 

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A mídia inteira está batalhando para construir uma nova moral, assim como o regime soviético o fez. Conforme Alain Besançon disse a respeito da falsificação comunista do bem, em A Infelicidade do Século: “O homem novo é aquele que faz sua a nova moral de dedicação absoluta aos fins, que se dedica a expulsar de si mesmo os restos da velha moral, aquele que os ‘inimigos de classe’ propagam para perpetuar o seu domínio.”

Nossa luta é contra essa nova velha moral esquerdista: a que tira do amor o afeto; do afeto, a consciência; da consciência. a liberdade. É o reinado dos slogans vazios.


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