Educação

Covid-19: Justiça de Goiás suspende liminares que liberavam escolas particulares a funcionar

Ao todo, 65 instituições tinham conseguido na Justiça aval para receber os alunos novamente. Porém, na sexta-feira (2), o desembargador Walter Carlos Lemes suspendeu as três decisões em seguida um recurso da Procuradoria-Universal do Município.

O desembargador alegou que, caso as escolas reabrissem, seria um “grave risco de potencial efeito multiplicador, retirando do Gerente do Poder Executivo qualquer possibilidade de gestão responsável e eficiente no combate ao coronavírus”.

Porém, no mesmo dia, uma quarta liminar, assinada pela juíza Jussara Cristina Oliveira Louza, autorizou a reabertura de outras seis instituições da capital a receberem os alunos presencialmente. Ela justificou a decisão apontando que diversas atividades econômicas e não econômicas já foram autorizadas a funcionar, sendo que muitos pais precisam trabalhar e não têm com quem deixar os filhos.

Outro exemplo citado pela magistrada foi a reabertura de clubes recreativos, escolas de curso livre e de iniciação esportiva, “cujas atividades muito se assemelham às escolas impetrantes”. A Procuradoria-Universal do Município informou que vai recorrer dessa quarta liminar.

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