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Facebook F8 retornará como evento online sem apresentação de Mark Zuckerberg | Negócios

O Facebook confirmou que vai realizar a F8, sua conferência anual para desenvolvedores. O evento, que foi cancelado em 2020 devido à pandemia, retornará em 2 de junho e será realizado apenas pela internet. Presente em todas as edições anteriores, Mark Zuckerberg ainda não confirmou sua participação este ano.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Anthony Quintano/Flickr)

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Anthony Quintano/Flickr)

A conferência, que costumava ter dois dias de duração e cerca de 5 mil pessoas presentes, teve o tempo reduzido e não terá participantes no local. Batizada de F8 Refresh, a edição deste ano não será liderada por Zuckerberg. Segundo o Facebook, ele poderá fazer uma declaração durante o evento, mas não fará a apresentação principal.

Em vez disso, as atualizações da plataforma serão divulgadas pelo diretor de parcerias de plataforma do Facebook, Konstantinos Papamiltiadis. O executivo afirmou que a empresa deseja levar a F8 de volta às origens e quer transformar o evento em “um lugar para celebrar, inspirar e ajudar no crescimento de desenvolvedores”.

“Apresentaremos as nossas mais novas ferramentas para ajudar você a desenvolver usando toda a nossa família de aplicativos, bem como sessões técnicas de aprofundamento, demonstrações e painéis – tudo isso com o objetivo contribuir com o seu conhecimento”, continuou.

O que esperar da F8 Refresh

A ausência de Zuckerberg como principal palestrante sugere que a F8 não terá novidades tão significativas como em edições anteriores. Apesar de ser voltada a desenvolvedores, a conferência também serve para anunciar novos recursos aos usuários. Em outros anos, ela serviu para apresentar um visual repaginado do Messenger e as chamadas de vídeo do WhatsApp.

Ainda assim, a empresa tem diversos assuntos para tratar durante o evento, incluindo planos de criar clones do Clubhouse no Facebook e no Instagram. A companhia também poderá esclarecer mudança nos termos de uso do WhatsApp, que levou à migração de usuários para serviços como Telegram e Signal.

Com informações: TechCrunch, The Verge.


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