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Loki | O que é a TVA, nova organização do seriado?

Criado por Walter Simonson e Sal Buscema, em setembro de 1986, numa revista do Thor, a TVA (Time Variance Authority), ou Autoridade de Variância do Tempo, é uma agência que satiriza os tradicionais escritórios de trabalho que surge em um futuro distante para monitorar as interferências na realidade e nas inúmeras linhas do tempo do Multiverso. Peça fundamental na série do Loki, ela captura o Deus da Trapaça (Tom Hiddleston) para que ele seja punido após causar uma verdadeira bagunça nas linhas temporais de diversas realidades. Ela é fundada pelos Guardiões do Tempo, entidades superpoderosas, que mantêm a organização funcionando plenamente. Sua função é observar, consertar e impedir que façam alterações drásticas ou destruam a linha do tempo em questão.

Para entender melhor o funcionamento da TVA, ela é como a repartição do Lineu (Marco Nanini), de A Grande Família, onde existem vários funcionários que quase não são mostrados e há toneladas de burocracia. No entanto, em vez de investigarem casos de infratores da vigilância sanitária, eles vigiam e punem infratores da realidade e do tempo. E é justamente essa dinâmica de ter um tema tão sério quanto o futuro de um universo sendo debatido como se fosse a licitação para reformar uma calçada que torna essa organização tão interessante. Nas HQs, o visual era meio futurista, com várias telas e botões, enquanto a série usa essa abordagem mais retrô para dar uma maior identificação.

A série dá um foco maior ao agente Mobius M. Mobius (Owen Wilson), que, nos quadrinhos, é um gerente egoísta e detalhista que faz de tudo para provar seu valor a um chefe que pouco aparece e buscar promoções dentro da TVA. Seu caso mais famoso é justamente a perseguição ao Quarteto Fantástico em uma de suas inúmeras viagens interdimensionais. Entretanto, na série, ele é menos Caxias e acredita que o Loki seja peça fundamental para resolver a crise no Multiverso. Independentemente da versão, ele tem um cargo de prestígio. E ele não é o único, então há uma certa expectativa de outros funcionários de posição mais alta na hierarquia, como o Senhor Paradoxo, deem as caras ao longo dos episódios.

Outra parte interessantíssima que existe nas HQs são os Cronomonitores, funcionários mais “comuns” que ficam flutuando em seus cubículos invisíveis e servem como os grandes observadores de tudo o que acontece nas outras linhas do tempo. Eles representam os trabalhadores genéricos aos olhos do patrão. Por isso, eles sequer têm rostos. Outra característica deles é a dedicação total ao trabalho, sendo que eles surgem juntamente a criação de novas realidades. Ou seja, quando “nasce” uma nova linha do tempo, “nasce” também um novo Cronomonitor. É um caso bem diferente dos Juízes, que são autoridades inquestionáveis que respondem apenas aos criadores.

Nos quadrinhos, os “policiais” da corporação são clones que respondem a uma patente mais alta chamada Justiça. Já na série, eles devem ser as Caçadoras, que são classificadas por letras e números em vez de nomes, como é o caso da Caçadora B-15 (Wunmi Mosaku), que vai acompanhar o Loki em suas missões. Fato é que a TVA dos quadrinhos deve ser superada por uma abordagem mais interessante no MCU, ganhando muito mais relevância que nos quadrinhos e sendo peça importante para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel, como um tipo de S.H.I.E.L.D. interdimensional, e ganhando muito carisma.

Loki estreia nesta quarta-feira (9) no Disney+

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