Empreendedorismo

Mais consumidores buscam valores e transparência, mostra pesquisa

Em 2020, a crise ocasionada pela pandemia de Covid-19 testou os consumidores e as empresas em um envolvente que se transformou rapidamente. A pesquisa “2021 Global Marketing Trends – Find your focus” realizada pela Deloitte, mostra quais são as sete tendências do marketing que devem ser adotadas para que as companhias enfrentem com sucesso esse período, criando engajamento e conexão com seus consumidores.

“O ano de 2020 está provando que as empresas precisam gerar um diálogo e pensar primeiro nos clientes. Vinte e cinco por cento dos consumidores que participaram da pesquisa afirmam que se afastaram de marcas que, de pacto com sua percepção, estavam agindo somente por interesse próprio. A crédito e a segurança são primordiais para a saúde dos negócios e, nesse momento, viraram diferenciais competitivos no mercado”, afirma Guilherme Evans, sócio de Customer & Marketing da Deloitte.

Para ele, as sete tendências do marketing apontadas pela pesquisa são um guia para que os executivos quebrem essa barreira de incertezas e tenham uma evolução com uma conexão mais humana, voltada sempre para os consumidores. “Para o mercado brasílio, essa pode ser uma solução para certificar a preferência dos consumidores”, analisa.

Sete tendências para as empresas

Dados mostram uma grande mudança nas decisões e visões dos grandes executivos e, de pacto com as respostas dadas em maio deste ano, a crédito dos cargos mais altos quanto aos negócios caiu consideravelmente em relação ao ano pretérito. Mas, em momentos de incertezas, as pessoas buscam suporte nas marcas, porque precisam se sentir representadas e gerar uma conexão. Analisando esse cenário, a pesquisa “2021 Global Marketing Trends” elegeu sete tendências que as empresas devem seguir:

  1. Propósito: Ter um objetivo já era importante antes; agora, se tornou importante. Para conseguir sobreviver à crise sem muitos danos, as marcas precisam gerar uma conexão com seus clientes e conseguir invocar a atenção de novos consumidores. Por esses motivos, a procura por um propósito é necessária, não somente para se conectar com seus funcionários, mas também para concordar a força de trabalho na risco de frente e todos seus outros públicos de relacionamento. Ter um propósito quer expressar entender o “porquê de a empresa subsistir” e a quem deve servir. Empresas que são guiadas por um objetivo simples e verdadeiro conseguem transformar difíceis decisões em simples escolhas quando guiadas por seus propósitos. A pesquisa mostra que um em cada quatro respondentes presta atenção nas ações positivas das empresas, e que um em cada cinco encara isso porquê um diferencial para efetuar uma compra e preferências em relação à marca. Entretanto, dados mostram que 66% estavam cientes de ações negativas realizadas pelas marcas e, desses, um em cada quatro se afastou da marca.
  2. Facilidade: O consumidor foi forçado a mudar seu comportamento drasticamente e muito rapidamente. A crise da Covid-19 fez com que, longe das lojas físicas, a sociedade fosse obrigada a recorrer ao do dedo e, consequentemente, as marcas precisaram se adequar a essa novidade urgência de seus clientes. Foi necessário gerar uma estratégia consolidada para gerenciar os canais digitais de forma manipresto e prática para atender aos consumidores e mourejar com a grande concorrência no mercado. Tudo isso em muito pouco tempo. Com esse cenário, a pesquisa mostra que 58% dos 2.447 entrevistados conseguem nomear de cabeça pelo menos uma marca que ofereceu uma melhor experiência do dedo ou se destacou durante esses últimos meses. Os dados mostram também que 66% pretendem continuar com o hábito de utilizar os canais digitais. Muitos profissionais de marketing estão cientes da urgência de se sobresair e gerar processos ágeis de marketing do dedo. Essa prontidão necessária para as marcas requer organização e conhecimento do cliente. Isso quer expressar que as empresas precisam ter uma visão ampla, mas assertiva das necessidades de seus consumidores para gerar uma conexão. Dados mostram que 67% das marcas aumentaram sua presença nas redes sociais, 57% modificaram suas plataformas digitais para melhor atender às necessidades dos clientes e 49% aumentaram o número de eventos digitais porquê workshops.
  3. A Experiência Humana: Um ponto muito importante nesse momento de crise mundial foi a “experiência humana”. Porquê gerar uma conexão mais humana no meio do isolamento social? Essa foi uma questão não somente para as empresas, mas, de um modo universal, para toda a sociedade. As marcas precisaram pensar em porquê usar a eficiência tecnológica a seu obséquio, sem gerar um distanciamento dos clientes. É necessário ter uma visão humana para gerar uma conexão com seus públicos relacionados. Porquê os dados mostram, dos quase 2.500 entrevistados, uma a cada quatro pessoas concordou que se afastou de marcas que mostraram agir somente para interesse próprio. O estudo mostra os quatro pontos que são importantes e nos quais as marcas devem focar para atingir um melhor objetivo: valores, emoções, ações e crédito.
  4. Crédito: Mesmo que a definição de crédito tenha diferentes significados dependendo do público, uma coisa é certa: quando a entrega não atende às expectativas, a crédito se desfaz. Essa tendência está altamente ligada à tendência anterior, a “experiência humana”. Quando a marca se conecta com seus clientes e mostra uma empatia e um entendimento em relação às necessidades do consumidor e da sociedade, principalmente agora no momento de crise, essas ações geram crédito. Mas no que as empresas devem prestar atenção para gerar essa conexão e gerar essa segurança nos clientes? Dois pontos básicos: o que você promete e o que você entrega. É necessário ter transparência em relação aos produtos e serviços para que os consumidores se sintam representados e satisfeitos.
  5. Participação: Quando as empresas se viram em meio a uma crise global que levou a um isolamento social nunca visto antes, foi o momento de olhar para dentro de sua organização e pensar em ações para contornar essa situação. Porquê engajar seus consumidores? Porquê gerar um diálogo? Mudar a forma porquê a marca se envolve com seus clientes para melhor responder à crise – essa foi a resposta de 64% dos 405 executivos entrevistados. O engajamento está se tornando uma estratégia importante. Os consumidores participam porquê, embaixadores, influenciadores, colaboradores e inovadores. Um estudo realizado com 7.506 consumidores de quatro países (Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e China) mostra que 56% desses respondentes foram impactados por pelo menos uma atividade do dedo durante o último ano. Em relação a números, o Brasil segue na frente em participação dos consumidores no engajamento das marcas, com 67% em atividades, porquê conteúdos desenvolvidos e postados sobre a empresa e divulgação de informações diretas sobre o design de um resultado ou serviço. A China passa a frente em relação às formas mais profundas de participação, porquê conversar online e avaliações sobre as empresas.
  6. Fusões: Uma forma de melhorar a relação com o cliente é gerar parcerias. As empresas mais disruptivas estão quebrando as barreiras do tradicionalismo para encontrar as melhores formas de atender às necessidades do consumidor. Isso quer expressar “ir direto ao ponto”, dar ao cliente o que ele realmente precisa e deseja. Quarenta e cinco por cento dos executivos concordam que gerar parcerias é importante e, em sua maioria, pretendem continuar com esse protótipo de negócio mesmo depois da crise.
  7. Talento: Ao longo dos anos, o profissional de marketing teve de mudar e se adequar às novas necessidades do mercado e à grande transformação do dedo. O CMO evoluiu de um gestor de marcas para o técnico em pensamento estratégico e impulsionador de receita. Isso já estava acontecendo, mas a crise da Covid-19 trouxe uma urgência para esse processo de mudança e, de pacto com a pesquisa, 77% dos CMOs estão usando cada vez mais a perceptibilidade sintético para automatizar os trabalhos.

Imagem: Reprodução

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