Cinema

O casal de Invocação do Mal existiu de verdade! E a história deles é de apavorar


Bathsheba, o verdadeiro mal que assombrou a família Perron

Em suas pesquisas, Carolyn Perron acabou descobrindo algo revelador. Uma antiga proprietária da casa, que viveu ali durante o século 19, era conhecida como uma satanista pelos moradores da cidade. Envolvida em um caso de assassinato de uma criança não solucionado, Bathsheba Sherman se enforcou no celeiro da fazenda. Sua lápide ainda pode ser vista no cemitério da cidade.

A família Perron acreditava que a verdadeira força maligna que assombrava a residência era Bathsheba. Andrea Perron afirma que “ela ainda se considerava dona da casa e tinha ressentimento pelo fato de achar que minha mãe competia por essa posição”.

Todos que tiveram a infeliz experiência de ver Bathsheba, afirmavam que ela era uma criatura de aparência traumatizante. Seu rosto não tinha forma humana. Se parecia mais com uma colmeia de abelhas ressecada e repleta de vermes. Sua cabeça tinha uma cor acinzentada, como a de um defunto em estado avançado de decomposição, e era inclinada para um lado, como se o pescoço tivesse sido fraturado. Além disso, era possível identificar que ela estava presente quando um cheiro horrível surgia do nada no cômodo.

O exorcismo de Carolyn Perron e a resolução da história

Depois de sofrer diversos ataques e ameaças para deixar a casa, principalmente Carolyn Perron, os moradores começaram a desconfiar que Bathsheba, a bruxa que atormentava a família, havia possuído a mãe. Então, decidiram pedir ajuda ao casal Ed e Lorraine Warren.

Os investigadores realmente se empenharam em ajudar a família Perron, dedicando anos ao caso. Mas, as tentativas de comunicação com os espíritos, por Lorraine, que é médium, só causaram a intensificação dos ataques. Até que decidiram que Carolyn deveria ser exorcizada.

“A noite em que pensei que veria minha mãe morrer foi a mais terrível de todas”, é a afirmação de Andrea Perron mais conhecida sobre a noite em que a cerimônia foi realizada. “Carolyn falou com uma voz que jamais tínhamos ouvido e foi arremessada a 6 metros de distância de outra sala, por uma força que não é deste mundo”.

Apesar dos esforços do casal Warren para ajudar a família Perron a se livrar da presença do espírito diabólico, a situação só piorou. Então, Roger Perron pediu para que os investigadores deixassem o caso e fossem embora da casa imediatamente.

Até ter condições financeiras para se mudar, a família Perron teve que viver na casa por quase 10 anos, até que finalmente conseguiram se mudar para a Geórgia, em 1980. Andrea Perron, a primogênita, descreveu a experiência de viver naquele lugar assustador em 3 livros — Demonologistas, Vidas Eternas e Lugar Sombrio — e hoje viaja dando palestras a respeito do sobrenatural.

Lorraine Warren, a investigadora, e alguns membros da família Perron estiveram envolvidos no processo de gravação e supervisionaram a produção da trama de James Wan, em 2013. Os Perron sempre foram a favor dessa história ser contada, mas Andrea diz que os acontecimentos do filme são uma versão mais leve do que a família realmente viveu durante a década de 1970.


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