Esportes

Olimpíadas: Quem é Ketleyn Quadros, porta-bandeira do Brasil em Tóquio

Rosemary Quadros queria que a filha um dia fosse importante. Em 2008, conseguiu. Viu Ketleyn, então com 21 anos, conquistar a medalha de bronze no judô nos Jogos de Pequim. A jovem, que nem era para estar na competição, virou a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica por um esporte individual.

Treze anos depois, mais uma vez a cabeleleira verá a filha no centro das atenções. A judoca foi escolhida para ser porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos de Tóquio.

– Estarei representando cada um de vocês nos Jogos Olímpicos de Tóquio. É com muito prazer e honra que assumo essa responsabilidade – afirmou Ketleyn em vídeo divulgado pelo Time Brasil nas redes sociais.

Voltemos a 2008: Rosemary, que conseguiu ir à capital da China graças à vaquinha de amigos e ajuda de comerciantes da cidade de Ceilândia, no Distrito Federal, sonhou alto para a filha depois do bronze. Queria vê-la passeando em carro de bombeiros e sendo recebida pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, para um almoço. O desfile aconteceu em Belo Horizonte – Ketleyn era atleta do Minas Clube na época. O almoço presidencial, não foi possível.

Inicialmente, ela trabalhava com a expectativa de disputar os Jogos de Londres, em 2012, mas acabou conquistando a vaga quatro anos antes após a lesão de uma colega, Danielle Zangrando.

Sua trajetória na modalidade começou aos oito anos, no Distrito Federal, após decidir não seguir nas aulas de natação. Nessa época, a menina já dizia a sua mãe Rosemary – cabeleireira, divorciada, mãe de mais duas meninas e maior incentivadora da filha no esporte – que seria atleta olímpica e judoca.


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