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Palmeiras viajará ao Paraguai para receber a primeira dose da vacina contra a covid-19

O Palmeiras resolveu vacinar os seus jogadores e a sua comissão técnica contra a covid-19. A delegação alviverde deve viajar para o Paraguai na próxima segunda-feira para ser imunizada. A informação foi divulgada pelo GE e confirmada pela Gazeta Esportiva.

As vacinas serão cedidas pela Conmebol, que recebeu uma doação de 50 mil doses do imunizante do laboratório chinês Sinovac no final de abril, justamente para distribuir para os clubes e seleções sul-americanas. Até o momento, dentre os times brasileiros, apenas Atlético-GO e Atlético-MG vacinaram os seus atletas.

Em comunicado oficial, o Palmeiras afirmou que tal atitude é positiva para ajudar no combate à pandemia e que que não fere os princípios e normas do Plano Nacional de Imunização, já que as doses não são do Brasil.

“Agora estamos diante de uma situação excepcional, que extrapola fronteiras e não se enquadra no contexto nacional. Entendemos que nessas circunstâncias, a decisão sobre como proceder cabe ao cidadão. A instituição está viabilizando que seu colaborador tenha todas as condições de tomar sua decisão”, informou o time.

Dentre os jogadores do Verdão, o lateral-esquerdo Matías Viña é o único que já recebeu a primeira dose da vacina. O defensor foi vacinado no último sábado, junto com a delegação da Seleção Uruguaia.

O clube planeja aplicar a segunda dose no seu elenco às vésperas do duelo contra a Universidad Católica-CHI, pela partida de ida das oitavas de final da Libertadores. O compromisso está marcado para o dia 14 de julho, em Santiago.

Confira o comunicado do Verdão na íntegra:

Desde o início da pandemia o Palmeiras se colocou na condição de seguidor das orientações das autoridades da saúde. Acreditamos que para se combater uma pandemia, ciência, disciplina e coordenação são fundamentais.

Agora estamos diante de uma situação excepcional, que extrapola fronteiras e não se enquadra no contexto nacional. Entendemos que nessas circunstâncias, a decisão sobre como proceder cabe ao cidadão. A instituição está viabilizando que seu colaborador tenha todas as condições de tomar sua decisão.

Ademais, avaliamos tal atitude como positiva para o combate à pandemia, ao mesmo tempo que não fere os princípios e normas do Plano Nacional de Imunização. 

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