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Parlamento aprova certificado digital COVID-19 na Europa

Com a aprovação do certificado digital COVID-19 na Europa, o turismo dentro da União Europeia deverá reaquecer; turistas de fora do bloco continuarão com as restrições atuais

O Parlamento Europeu deu a aprovação final ao certificado digital COVID-19 na Europa, que tem como principal objetivo facilitar as viagens dentro da União Europeia. A partir do dia primeiro de julho os países que integram a União Europeia já poderão aceitar o certificado.

Como funciona o certificado digital COVID-19 na Europa

Certificado digital covid-19 na europa
Espera-se que com o certificado digital COVID-19 os habitantes do bloco europeu possam voltar a circular mais tranquilos.

O novo documento tem como objetivo permitir que as pessoas se desloquem entre os 27 países do bloco europeu sem precisar cumprir quarentena ou fazer exames extras de COVID-19. Seu intuito principal é dar mais gás à indústria de viagens e aos principais locais turísticos, depois de um 2020 e parte de 2021 bem complicada para esses setores.

O certificado é composto por três documentos: um que atesta que o portador foi plenamente vacinado contra a COVID-19, um que a pessoa apresentou resultado negativo em um teste recente de identificação da doença, e por último um que aponta que a pessoa já contraiu a doença. Os documentos serão emitidos gratuitamente, tanto em papel como em forma digital, e devem evitar a necessidade de pessoas entrarem em quarentena ao chegar em algum país.

Entretanto, a regra será válida apenas para o trânsito entre países do bloco europeu. Para turistas vindos de países de fora da União Europeia, o certificado digital não terá validade e os critérios continuam sendo rígidos: apenas terão entrada permitida aqueles vindos de países com menos de 25 casos do novo coronavírus a cada 100.000 habitantes. Neste momento, estão permitidos turistas vindos de Austrália, China, Coreia do Sul, Israel, Japão, Nova Zelândia, Ruanda, Singapura e Tailândia — e a lista será atualizada a casa 15 dias, conforme a evolução dos números da doença.

O certificado tem como foco principal o retorno à livre circulação de pessoas dentro do bloco europeu, mas os 27 Estados membros podem utilizar os certificados para outros objetivos, como festivais ou shows, já voltando a uma “vida normal” no bloco.

Polêmicas

Alguns votantes do Parlamento expressaram reservas ao projeto, já que não são todas as pessoas que tem dinheiro no bloco europeu para serem testados para a doença. Ainda que o projeto preveja 100 milhões de euros para a compra e disponibilização de testes gratuitos, este número não vai cobrir a testagem para toda a população.

Outra polêmica se refere à privacidade, uma vez que o sistema terá acesso aos dados de saúde dos cidadãos. Segundo a deputada francesa Michèle Rivasi, no estado atual a plataforma oferece um novo risco em termos de rastreabilidade.

Fonte: G1

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