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Steam Deck não roda PUBG, Apex Legends, R6 e Destiny por enquanto | Jogos

O Steam Deck, novo PC portátil poderoso da Valve que roda jogos do Steam, não roda alguns dos títulos mais populares da plataforma em seu estado atual. Games como PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG), Apex Legends, Rainbow Six Siege e Destiny 2 são incompatíveis com o SteamOS. No anúncio do dispositivo, a Valve disse que vai liberar uma nova versão do sistema operacional até o lançamento, em dezembro deste ano.

Steam Deck (Imagem: Divulgação/Valve)

Steam Deck (Imagem: Divulgação/Valve)

Por ser baseado em Linux, o SteamOS não é compatível com todos os aplicativos que rodam no Windows. Para driblar esse problema, a Valve desenvolveu uma ferramenta chamada Proton, que permite executar programas nativos do sistema da Microsoft em uma espécie de modo de compatibilidade. Mesmo assim, nem todos os games do Steam funcionam no Linux.

Até o momento, quatro dos 10 jogos mais populares do Steam não rodam no Steam Deck: PUBG, Apex Legends, Rainbow Six Siege e Destiny 2. Segundo o ProtonDB — que indica se um jogo funciona no Linux com o Proton —, há ainda outros títulos incompatíveis com o SteamOS, como Dead by Daylight, DayZ, SMITE, Black Desert Online, Paladins e Fall Guys.

Além desses games, existem também outros jogos do Steam que até rodam no Steam Deck, mas contam com alguns bugs. Entre eles estão GTA 5, Football Manager 2021, Path of Exile, Warframe, Monster Hunter: World, Among Us, Nioh 2, The Elder Scrolls Online, Final Fantasy 14, Red Dead Redemption 2, entre outros.

Jogos são incompatíveis devido às proteções anti-cheat

De acordo com a própria Valve, os culpados pelos problemas na otimização do Proton são os softwares anti-cheat, que veem a ferramenta como um possível programa ilegal de trapaças. Na maior parte dos casos, os games chegam a abrir no sistema, mas as proteções não deixam os jogadores acessarem modos multiplayer, por exemplo.

A Valve prometeu lançar o Steam Deck com uma nova versão do SteamOS e ainda afirmou estar “aprimorando a compatibilidade do Proton com jogos e dando mais suporte para soluções antitrapaça em parceria direta com os fornecedores dos softwares”.

Em outras palavras, quem deve se preocupar em consertar os games é a própria Valve e as empresas criadores das proteções antitrapaça. Enquanto isso, resta às desenvolvedoras dos títulos aguardarem por uma solução.

Com informações: PC Gamer, GameSpot.


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